aqui comigo.
“Engraçado como uma amizade demora meses ou anos para ser conquistada, mas basta um segundo para tudo desandar. Como num castelo de baralhos, tem que ter muita paciência para ser construído, mas basta um suave assopro que tudo vem abaixo.
inicio . ask me. f.a.q autoria. submit. recomendo. alguém perto.
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O que te faz chorar? O término do namoro? Pouco dinheiro? Pouca liberdade? Não ter o melhor celular? Não estar na moda? Não esqueça que o simples fato de você existir, de ter saúde, de ter todas as refeições do dia, de ter roupas para vestir já são motivos suficiente para te fazer sorrir.
 


indirect: #e as pessoas ainda reclamam  #quantas crianças passando fome hoje em dia. :[  
Posted 6 hours ago with 12 notes
originally umadosedealegriaplis

QUE TAL SER AVALIADO E DIVULGADO PARA 40 MIL FOLLOWERS ? SIGA OS PASSOS ABAIXO :

falso-obsessivo:

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OBS : Cada um irá escolher um tumblr para divulgar,e vamos seguir todos que gostarmos.


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Posted 7 hours ago with 45 notes
originally falso-obsessivo

“moça me da um leite condensado pfvr” “que marca sr” “moça” “oi?” “moça” “sr, a marca pfvr” “moça” “sr vai se foder”


indirect:
Posted 7 hours ago with 2,266 notes
originally todo-estranho

UM FATO: O MEU TUMBLR NUNCA VAI SER O FAVORITO DE ALGUÉM.


indirect:
Posted 7 hours ago with 9,840 notes
originally contra-indico

Saudade de uns tempos aí.


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Posted 7 hours ago with 8,460 notes
originally tudoefase

GENTE, POR FAVOR, VÃO NO TUMBLR DA MINHA IRMÃ E MANDEM UMA ASK DIZENDO QUE TUDO VAI MELHORAR, PORQUE ELA NÃO ESTÁ NADA BEM.


indirect:
Posted 7 hours ago with 3 notes
originally doisamoreseternos

GENTE, POR FAVOR, VÃO NO TUMBLR DA MINHA IRMÃ E MANDEM UMA ASK DIZENDO QUE TUDO VAI MELHORAR, PORQUE ELA NÃO ESTÁ NADA BEM.


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originally doisamoreseternos

GENTE, POR FAVOR, VÃO NO TUMBLR DA MINHA IRMÃ E MANDEM UMA ASK DIZENDO QUE TUDO VAI MELHORAR, PORQUE ELA NÃO ESTÁ NADA BEM.


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Posted 7 hours ago with 3 notes
originally doisamoreseternos

GENTE, POR FAVOR, VÃO NO TUMBLR DA MINHA IRMÃ E MANDEM UMA ASK DIZENDO QUE TUDO VAI MELHORAR, PORQUE ELA NÃO ESTÁ NADA BEM.


indirect: #por favor gente  #não custa nada né :c  #é muito importante pra mim  #e saibam que smepre que precisarem vou estar aqui tbm :c  
Posted 7 hours ago with 3 notes

"– Está levando um guarda-chuva? – pergunta minha mãe depois de uma discussão sobre sair e namorar precocemente. Precocemente? Adolescentes namoram desde… Sempre. É o mundo em que vivemos. Mas para a sorte da minha mãe, estou saindo sozinha. É uma coisa que faço com uma frequência peculiar para garotas da minha idade. Vou ao parque, tiro meu livro da bolsa e tomo um Pepsi Twist de latinha. Depois, passo na padaria e compro do maior pedaço da maior torta, porque eu não ligo de engordar ou de fazer tudo isso sozinha. Eu sei que me sinto bem com o Shuffle do meu Ipod laranja berrante que dá vida ao meu look quase completamente preto. Gótica, emo? Não, por favor. Escuto o meu The Kooks no volume máximo, e quando acaba passo para The Beatles. Sem perceber, começo a cantar “Here Comes the Sun” baixinho, folheando o novo livro que adquiri no sebo perto da escola. Tiro também da mochila meus cadernos. Um cheio de desenhos – vestidos que crio no tédio, crianças que vejo no parque ou até casais apaixonados de um filme. Gosto de desenhar coisas alegres, porque riscos fortes e cheios de dor me lembram da morte, a única coisa que temo. A não ser é claro, o amor. Outro caderno, cujas folhas são recheadas de poemas, narrativas, contos e crônicas. Gosto de conviver com meus doces ou cruéis personagens mais do que com pessoas, porque eu tenho controle quando manuseio a lapiseira tendo uma borracha ao lado. Conhecer o amor da vida dela enquanto faz compras? Encontrar a tia que havia desaparecido? Fazer sexo com o primo escondidos no banco de trás do carro do pai? Eu decido a história, eu crio os dramas e determino o final mais trágico, ou mais agradável – isso depende do meu humor. É tudo sobre mim, e eu gosto disso. Gosto de ter controle, e talvez assim tenha adquirido o susto de uma sociedade onde todos tentam cuidar da minha vida. E o outro caderno, é claro, da escola. Abro na aba de Sociologia para adiantar o trabalho que devo entregar semana que vem. Devo falar sobre relações humanas de hoje em dia. Poderia ser mais irônico eu ter que fazer esse trabalho em dupla? Gilson, o professor, deve ter tido alguma conversa com minha mãe sobre a garota antissocial da turma, a garota que não ri e nem que chora. A garota que odeia trabalhos em grupos. E é claro que ele teve que me colocar com o garoto mais estúpido de todos. Breno não é exatamente o mais popular ou o mais bonito, mas sabe manter muita gente a sua disposição. As garotas quase pedem para ficar se esfregando em seus músculos – às vezes fazem sem pedir – e os professores se impressionam com as notas e seu doce jeito de colar com a garota nerd que o ama. Não quero ter que passar muito tempo com esse tipo de pessoa, por isso eu pretendo fazer uma porcentagem boa daquele texto sozinha, e talvez depois ele possa acrescentar uma palavra ou outra, mas sem que precisemos nos encontrar. Caderno aberto à minha frente, enquanto devoro um pacote de Ruffles Cebola e Salsa – meu preferido –, balanço a lapiseira e brinco com minha borracha. As linhas em branco me afobam. Por que não sei escrever sobre relações humanas? Deveria saber, é o que mais se intensifica em minhas histórias. Tic, toc. Tic, toc. É realmente impressionante como o tempo insiste em nos torturar quando temos que fazer alguma coisa que não somos capazes.
– Larissa? – Que susto! Pulo da cadeira e me viro para ver quem foi o desafortunado a me encontrar na padaria. Minha padaria.
– Ah… Breno? O que você faz aqui? – realmente, o que ele fazia aqui? Devia estar em alguma academia ou sei lá o que esse garoto faz a tarde inteira.
– Já te vi aqui várias vezes. A padaria é do meu tio. – o que? Ricardo, meu amigo Ricardo, é tio de Breno? – O que está fazendo? – e se jogou mansamente ao meu lado no banco estofado junto à mesa da janela.
– Deveria estar fazendo o nosso trabalho, mas não sai nada. – ele me olhou diretamente nos olhos por no mínimo uns quinze segundos, e depois, com imensa convicção, pegou a lapiseira da minha mão e escreveu algo na primeira linha. A letra era bagunçada e feia, mas consegui ler “Relações humanas não prestam.”. Eu o encarei por um tempo esperando ele começar a rir e dizer que estava tirando onda comigo, mas ele não riu. Ele só sorriu de lado e disse:
– Já é um começo.
O garoto que é amigo de todo mundo, que zela por sua aparência perante a sociedade e faz todos o amarem, não acha relações humanas coisa boa?
– Eu não entendo. – disse com um ar desistente, enquanto encostava o corpo no vidro e observava o céu um pouco cinza. Havia neblina, e parece que meu corpo resolveu sentir calor no momento em que meu cérebro captou que o clima estava frio. Sempre a típica contradição da minha mente. Despi meu pulôver azul marinho.
– Você deveria escrever realmente o pensa, Larissa. Sem essa de personagens, sabe? Escrever sobre você, pelo menos uma vez. Seus sentimentos.
O calor aumentou, e de repente minhas roupas eram mais que suficientes. O que estava acontecendo comigo?
– Eu não me sinto bem.
– Então escreva que não se sente bem! Diga o que pensa da sociedade, Gilson não tirará pontos de você por sinceridade.
– Não… Não é isso. Eu quero dizer que não me sinto bem. Acho que estou um pouco tonta. – tudo escureceu, mas sei que foi por pouco tempo, e de repente estava caída nos braços de Breno. Devia ser um truque simples e comum para garotas da escola serem carregadas por ele, mas comigo, ele não acreditou ser mentira, e estava me levando lá para fora onde não é tão abafado. Sentou-me em um banco pouco confortável de praça, e se ajoelhou na minha frente. Perguntou o que eu tinha, e eu expliquei a história da pressão baixa e da anemia. Não posso ficar muito tempo sem os complementos de ferro. Ele me abraçou e disse que se assustou quando eu desmaiei. De repente Ricardo também estava lá perguntando se estava bem. Consenti, e ele voltou para sua padaria. Breno o acompanhou somente para pegar minhas coisas, guardou tudo apressadamente dentro da minha mochila e apareceu de novo na porta.
– Vou te levar até a sua casa. – mas ao ver o meu ar de protesto, continuou sem me dar a chance de dizer alguma coisa – Você ainda nem tomou seu remédio, e não pode desmaiar sozinha na rua.
Nós fomos conversando pelo caminho. Ele me instruiu a não ficar assim tanto tempo sem os complementos, para por suas próprias palavras “Não assustar mais o seu futuro amante, ele pode desistir de alguém tão turbulento”, e então rimos. Me ajudou com ideias para o trabalho, e pensamos em um texto já quase pronto para se ser escrito e entregue. Ele disse que ouvia muito Legião Urbana, e que era apaixonado por Júlio Verne. Eu assumi que nunca li um livro dele, mas disse que tenho vontade. Conversamos sobre música, e acabamos descobrimos muita coisa em comum. Ele me elogiou pelas notas agudas e desafinadas de Here Comes the Sun, e cantamos juntos por boa parte do caminho. Ríamos até quase chorar, andávamos no meio da rua e meio pulando. Parecia que estávamos drogados, e o comentário ao ser dito só trouxe mais risadas. Então ele para, tenta segurar o riso até ficar incrivelmente sério e olha nos meus olhos enquanto canta pausadamente a minha preferida dos britânicos que estavam bombando nossa conversa, “If I fell in love with you, would you promess to be true?” Eu rio, e ao ver ele tão sério, vejo que cantar junto é a solução. “And help me understand?” Meus agudos eram realmente o meu ponto fraco, e qualquer garota não cantaria assim na frente de um garoto, mas eu acho que já poderia dizer que estamos entre amigos.
Sem nenhum aviso prévio, como naqueles filmes em que físicos ficam estressados assistindo, começou a chover. Pingos pesados caíam sobre os meus cabelos, roupas e minha mochila de pano. Breno se cobriu parcialmente com seu moletom e eu fiz o mesmo. Tudo o que conseguia sair da minha boca eram palavrões.
– Chapinha? – ele perguntou rindo o pouco.
– Minha mãe vai me matar! Isso é praga, só pode. – arfei enquanto corríamos para um telhadinho na calçada – Ela me mandou trazer guarda-chuva, porque eu já estou um pouco resfriada e ela morre de medo de uma pneumonia séria. Eu bati a porta na cara dela, e imagino a recepção agradável que eu vou receber chegando encharcada desse jeito.
– Vai para a minha casa, toma um banho lá.
– Ah, claro, porque assim a minha mãe não vai mesmo brigar comigo! E como você pretende que eu volte, pelada? Ah, deixa eu adivinhar… Dormir na sua casa? – quanta ironia para uma pessoa só. Ele riu.
– Não seria uma má ideia, mas você pode pegar uma roupa da minha irmã. Ela é dois anos mais velha, mas deve servir. Explique para a sua mãe que você desmaiou, e diz que eu te trouxe para a minha casa porque é mais perto, aí você acordou lá e viu que não era nada de um sequestro ou sei lá. A gente fez o trabalho de uma vez, e você nem tomou chuva. Amanhã eu te entrego suas roupas limpas, pode deixar.
– Será que ela acredita? E, aliás, onde você mora?
– Duas quadras daqui. É bem perto. Deixe que eu falo com ela. – ele tirou o celular do bolso e eu ditei o número. Esperamos chamar três vezes, e explicou a história do jeito que tinha falado, contando tudo com aquele ar meigo e apaixonante que tem. Minha mãe quis falar comigo, e então ela disse que meu pai passaria lá para me pegar às nove horas da noite.
– Uau – observo o quarto dele quando chegamos lá. Pôsteres de várias bandas indie britânicas e uma foto da Megan Fox. Previsível. Na mesa, um computador ligado. Uma estante ao lado, cheia de livros de Julio Verne e a coleção de Harry Potter, Jogos Vorazes e O Senhor dos Aneis. Que garoto era aquele? Eu estava me impressionando com meus próprios pensamentos de que fora feito para mim, quando comecei a reparar a colcha sobre a cama de solteiro. Eram quadrinhos de todos os tipos. Ao seu lado, um violão de madeira clara, e um baixo ligado à caixa acústica. – Me pergunto quantas garotas já passaram por aqui. – rio, mesmo sendo uma informação estranhamente de meu interesse.
– Calma – ele riu de volta, e sorriu. – Você é a primeira. – Não sabia se acreditava ou não, mas pelos olhos dele, aquilo parecia bem sincero.
Tomei um banho, e nem por um segundo consegui pensar no quanto a situação era constrangedora. Conheço alguém, e no mesmo dia, estou tomando banho no chuveiro dela. Estranho, para qualquer um. As roupas da irmã ficaram um pouco grandes, mas justas o suficiente para ficarem no corpo. O trabalho foi bem divertido, porque toda hora era interrompido por uma música do The Kooks que ele me mostrava no baixo, ou uma dos Beatles no violão. Ainda que indiretamente, as cinquenta e oito linhas da minha letra miúda naquele caderno eram sobre nós dois, e sobre como as impressões podem enganar. Em momento algum citamos nomes, mas de algum jeito eu sabia que tinha mudado. Sabia que seria diferente na aula agora, porque nós havíamos nos tornado, pelo menos, amigos. Como se lesse meus pensamentos, ele perguntou:
– Mudou alguma coisa, não mudou? Digo… Em relação a nós dois. Pelo menos alguma coisa tem que ter mudado, porque agora você está no meu quarto com um shorts e uma camisetinha da minha irmã mais velha, na minha frente, e você me conhece mais que a dona dessa roupa. Ontem você era só uma colega que senta no fundo da sala que meu professor me mandou fazer a dupla para um trabalho.
– Claro que mudou. Você é meu amigo, eu acho.
– Eu gosto de você, Larissa. Seu jeito me encanta.
– Seu jeito encanta todo mundo, então acho que nem preciso comentar a minha parte nessa conversa.
– Mas você não é todo mundo, quero saber. – ele sorriu sem jeito.
– Eu gosto de você, Breno. Eu nunca gostei de ninguém, se isso conta.
Enquanto um beijo doce encantava aquele final do dia, e nós comíamos pipoca enquanto cantávamos, dizíamos, fazíamos coisas idiotas, na mesa, havia uma mochila. Havia cadernos, e havia lapiseiras, borrachas e canetas. Havia livros jogados, uma cifra de música e talvez um desenho que ele tenha feito um dia sem mostrar a ninguém. Naquela mesa havia bagunça, havia um monitor de computador e por baixo de tanta coisa havia também um teclado, provavelmente. E, naquela mesa, havia uma redação, cuja primeira linha estava visivelmente escrito com uma letra calma e quase delicada “Na maioria das vezes, as relações humanas não prestam, mas, em poucas… podem até dar certo.”."
— Luiza L, (desamavel)

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Posted 8 hours ago with 43 notes
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